Devagar que o santo é de barro

A hipocrisia tomou conta de vez do futebol.

O SPFC entregou para o Fluminense? Não. Acho que até dificultou demais se comparado com tudo que disseram que o tricolor faria. O tricolor paulista não entregou, mas também não estava com aquela vontade toda de ganhar. Foi claríssimo, mas não foi feio, tanto que o torcedor carioca comia as unhas até os vinte do segundo tempo antes de expulsarem meio time do SPFC.

Não sejamos hipócritas vai. O SPFC não precisava ganhar, não estava com aquela vontade toda assim como qualquer um aqui não estaria.

O torcedor corintiano também não tem direito nenhum pelo xiliquinho, a situação foi à mesma do ano passado. O Corinthians não entregou declaradamente ao Flamengo, mas também não tinha vontade nenhuma de vencer. Uma vez que não se tem vontade de vencer é óbvio que a maionese desanda.

Lá em Barueri o jogo foi bem claro, ataque contra defesa.

O Fluminense precisando do resultado foi pra cima e o SPFC aceitou a proposta de usar de contra-ataques. O problema é que desde que o Carpegiani chegou ele tenta fazer do tricolor um time ofensivo que pressiona o adversário o tempo inteiro, daí até o aumento da média de gols sofridos e não me leve a mal, isto é ótimo, mas o time não consegue mais se portar na retranca, quando tenta toma como tomou e poderia ter tomado muito mais. O Fluminense abusou de perder gols, principalmente o “brilhante” Washington que de jogador de futebol não tem nem o nome.

Aos birrentinhos que não se conformam com este tipo de situação leiam o último post. Esta merda de formato Europeu destrói sim nosso futebol.

Aos corintianinhos não sobra nem a reclamação, afinal, doce derrota correto?

Parabéns ao Flu, campeão brasileiro, caiu no colo do Muricy de novo ein!?… tem gente que ainda tem a capacidade de falar que ele é gênio.

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2 Responses to Devagar que o santo é de barro

  1. Mala branca e “entregada” para ferrar arquirrival é coisa que já havia na época dos mata-matas. Talvez menos, é verdade, mas havia. Aliás, naquela época era comum também histórias de mala preta e “compra” de jogador adversário para fazer corpo mole. Não digo que isso ainda não ocorra, mas é fato que, pelo menos na Série A dos pontos corridos, não houve insinuações nesse sentido até hoje — pelo menos, não que eu me lembre.

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