Galo e Palmeiras – 29/08

Bom, não há muito o que falar deste jogo entre Galo e Palmeiras.

Uma peladinha muito da ruim técnicamente, como vem sendo os jogos de Galo e Palmeiras ultimamente, diga-se.

Do lado do Palmeiras não há muito o que falar que já não tenha sido dito.

O time é ruim, muito fraco, cheio de volantes e totalmente dependente dos erros do adversário.

Nada do que não falei ainda neste blog.

Ouvindo aqui a entrevista coletiva do Felipão, noto cada vez mais que ele não é técnico.

Declarou explicitamente desta vez que o importante é jogar no erro do adversário.

Bom se ele pensa assim que vá jogar basquete.

Jogar no erro do adversário pode ser uma saída, uma opção mas nunca uma forma de jogar.

Agora só para explicar a alteração que parece que nem ele entendeu ainda e para muitos, pareceu dar certo no meio do jogo e ele virou gênio.

O time do Felipão não tinha o meio campo.

O Marcos rifava a bola, ela voltava e o Atlético abusava da vontade de perder gol.

Então por sorte do técnico de futebol de mesa, que não notou esta deficiênca do meio de campo do seu time em quase setenta minutos de pelada e ainda precisou que o Valdivia sentisse a coxa para que algo mudasse, o Valdivia sente a coxa e ele tira o Valdivia e o jogador que fazia sua cobertura para colocar mais dois volantões de marcação.

Ou seja, telegrafou que iria pro abafa de uma forma que só a zaga do Galo não entendeu.

Não por coincidência o Palmeiras recuperou o meio de campo e rachou com bicuda lá pra frente pro Kleber ir atrás.

Se aproveitando do lixo que é a zaga Atléticana sairam os dois gols verdes.

Acho que pro lado do Palmeiras é só isto, nada demais e nada a se elogiar.

No lado do Galo a coisa complica um pouco na análise.

Me parece cada vez mais óbvio o problema psicológico que a pressão no time está fazendo.

O time joga até que bem do meio pra frente. Teve chances de golear o Palmeiras mas abusou de perder gols.

A zaga de fato é ridicula, deu dois gols ao Palmeiras e aí veio o problema.

Quando o Galo tomou o primeiro gol parou de pensar, muito ansioso e tudo mais.

Nota-se que é um problema da cabeça mesmo, jogadores errando passes de dois metros.

Não dá para culpar o treinador também.

A diretoria no meio do campeonato resolve vender meio time e contratar um time inteiro e a culpa é do treinador que não consegue dar sequência?

Luxemburgo é sim um grande treinador, e futebol não se esquece.

Basta ele ter uma tranquilidade para trabalhar que a coisa dá certo, mas como Brasil, tranquilidade e futebol não combinam daqui a pouco ele cai e o Galo perde um dos poucos que poderia dar jeito na casa.

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